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Economia

SCGÁS quer ampliar fornecimento de gás natural no curto prazo

A Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGÁS) e a Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) têm intensificado as discussões para ampliar o suprimento do insumo no Estado. Em setembro, o volume de distribuição em Santa Catarina chegou a um pico de 2,38 milhões m³ num único dia. A quantidade está acima dos 2,1 milhões m³ contratados atualmente junto à Petrobras, o que pode acarretar na penalidade de sobrepreço na cobrança do gás.

 Segundo a empresa, essa situação se deve por quatro fatores principais: a política comercial extraordinária praticada pela SCGÁS durante a pandemia; a diversidade e a força das indústrias catarinenses; as tarifas competitivas; e a aceleração no processo de interiorização do gás natural. 

Para ampliar no fornecimento, a SCGÁS está estruturando duas chamadas públicas no curto prazo para aquisição de novos volumes. A primeira busca a oferta pelo modal de Gás Natural Liquefeito (GNL), e a segunda, visa ampliar o número de supridores no Estado. 

"Estamos unindo forças com o mercado industrial para articular o Sul do país nessa importante pauta que visa ampliar o suprimento do gás natural. De forma imediata, estamos com equipes mobilizadas para executar as chamadas públicas, que em parte vão nos auxiliar no atendimento das necessidades de volumes atuais, dentro da realidade do mercado, e para suportar o crescimento da nossa rede", destacou o presidente da SCGÁS, Willian Anderson Lehmkuhl. 

"O Estado precisa crescer. Se uma empresa quer expandir sua produção e não tem gás à disposição, pode deslocar o investimento para outro Estado. Isso traz prejuízo para o desenvolvimento da economia de Santa Catarina", destacou o presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar.

Gasbol no limite 

Um dos fatores que inviabilizou a contratação de volumes superiores na última chamada pública foi o limite de capacidade de entrega do Gasoduto de Transporte Bolívia-Brasil (Gasbol), que atende distribuidoras de gás no Centro-Oeste, São Paulo e nos três estados do Sul.  

Como a repotencialização do Gasbol só poderia acontecer no médio ou longo prazo, uma das alternativas para ampliação no suprimento seria a implantação de um terminal no Sul do país. Atualmente, já existe um projeto em fase de licenciamento na Baía da Babitonga, em São Francisco do Sul. 


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