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Dia dos Namorados

Casal francisquense celebra laços de confiança em um amor maduro

12 Junho 2019 17:13:00

Sintia e Osni se conheceram já maduros, mas vivem uma relação como se fosse o primeiro amor

Foto: Arquivo pessoal

O jornal Correio Francisquense fez uma campanha durante o mês de junho para conhecer histórias de amor. Conheça um dos casais vencedores de um jantar no Hotel Villa Real:

Para Sintia Regina Scholz dos Passos, de 43 anos, o amor não bateria mais na sua porta. Depois de dois relacionamentos que não deram certo, sendo seu último uma relação traumática, em que estava recém separada. Sintia não via mais esperança e não queria encontrar alguém também. Porém, como a vida prega peças, ela finalmente encontrou um companheiro que considera como se fosse seu primeiro amor, mesmo sendo um amor mais maduro, que foi Osni dos Passos Júnior, de 48 anos.

A primeira vez que se viram foi no trabalho, na Associação Empresarial de São Francisco do Sul (Acisfs). Viviam em contato apenas profissional. Até que um dia, Osni, após não conseguir companhia para um show de jazz em uma casa cultural de Joinville, convidou Sintia. E foram como amigos ao evento.

Ninguém imaginava que aquela noite terminaria com o primeiro beijo do casal. A partir daí, as coisas evoluíram rapidamente. O namoro surgiu, o pedido de casamento veio após três meses, e em seis meses de relação os dois já estavam casados. "Eu já fui casada duas vezes, mas eu sempre fui insegura, e com ele, não tenho insegurança nenhuma. Então eu acho que a palavra que representa é a segurança mesmo, ele me passa isso, eu sinto isso", declara Sintia.

Mas o relacionamento dos dois não foram só flores. Logo no início da relação, Sintia descobriu um câncer de colo do útero. "Para mim, eu teria cancelado o casamento e tudo, porque eu tinha medo que eu sofresse mais e ele não merecia em tão pouco tempo estar junto e ter que cuidar de mim. Mas para ele não, porque como ele já passou por um câncer e superou, não ia ser nada. Tanto que ele usava sempre a frase assim 'se Deus me deu você, porque ele vai tirar agora, não tem sentido'", explica sobre a fase difícil.

O casamento estava mantido para o dia 3 de novembro e a cirurgia que Sintia enfrentaria seria no dia 7. Não haveria lua de mel. A cerimônia estava marcada para ser no coreto do Centro Histórico. "Queríamos dar uma nova função para aquele local, que ele fosse utilizado mais vezes para outras coisas", conta.

Após terminada a decoração do coreto, mais um percalço justamente no dia da união: a chuva caiu e não daria para fazer o casamento lá dentro. Mas reafirmando a característica de superação de desafios do casal, a cerimônia foi então transferida para o salão de festas da Igreja Presbiteriana, igreja em comum dos dois que fica bem próxima ao local anterior.

Ao longo do primeiro ano do casal, o destino de duas vidas que nasceram para serem unidas se confirmou. E Sintia lembra de Osni como a pessoa que trouxe sentido para sua vida. "Ele foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida", conclui.


Imagens

Foto: Arquivo pessoal
Foto: Arquivo pessoal
Foto: Arquivo pessoal



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